segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Adolescente com hidrocefalia precisa de ajuda para comprar cadeira de rodas



  POR GABRIELA SARAIVA
Com seus 17 anos completos, a adolescente que sofre de hidrocefalia, doença caracterizada, em curtas palavras, pelo aumento do crânio, agora precisa de ajuda para a compra de uma cadeira de rodas adaptada, feita com exclusividade em São Paulo, que custa R$ 5 mil. Graziele Alves Reis vive hoje no bairro Jardim Tropical I, com a mãe, Adalgisa Soares Alves; o padrasto e suas duas irmãs.
Graziele mora na Estrada da Mata, n° 49, do Jardim Tropical I, desde que sua a mãe conseguiu um emprego como cobradora de ônibus da linha Socorrão II/Rodoviária, cujo ponto final fica localizado próximo da casa alugada onde moram. De acordo com a mãe da garota, Adalgisa Alves, o imóvel onde residiam anteriormente, que foi adaptada com ajuda de doações, era da avó da criança; e a família estava vivendo muito apertada no local. “Eu, meu marido e minhas três filhas vivíamos em um quarto da casa da minha mãe, e à medida que as meninas foram crescendo o espaço foi ficando cada vez menor. Quando consegui o emprego de cobradora, eu precisava trazer ‘Grazi’ e as meninas para mais perto de mim, em um local que eu pudesse, nos intervalos, ver como elas estavam. As minhas outras filhas foram aprendendo a tomar conta de Graziele e passaram a ficar com a irmã”, relatou Adalgisa.
Hoje, já fora do emprego, Adalgisa permanece na casa alugada, paga com os valores obtidos por meio de serviços temporários feitos por ela e o marido. Os cuidados para com a adolescente envolvem a família inteira, isto é, todos sabem como proceder diante às dificuldades enfrentadas pela menina, uma vez que a qualquer momento pode surgir um trabalho para um membro da família.
Adalgisa contou que atualmente, graças à ajuda que Graziele vem recebendo desde que seu caso se tornou público, a jovem é bem cuidada pela sua família. As dificuldades que ela costuma enfrentar estão relacionadas com as crises respiratórias. Entretanto, com os equipamentos que foram doados, tais como nebulizador, sugador de secreção, e balão de oxigênio, estes problemas são controlados com facilidade dentro do ambiente doméstico. “O problema maior que ela tem é o cansaço, seguido da falta de ar e das secreções que podem dificultar e bloquear a sua respiração, mas com os equipamentos que nós ganhamos, ao longo da nossa luta, conseguimos resolver essa situação dentro de casa”, explicou Adalgisa.
Hoje, o maior desafio que Adalgisa e sua família enfrentam diz respeito ao pagamento de uma cadeira de rodas, feita sob medida e adequada às necessidades de Graziele, feita apenas em São Paulo. A cadeira custa R$ 5 mil e a metade do preço deve ser paga antecipadamente. Até o momento, a família conseguiu arrecadar apenas R$ 700. “Essa cadeira vai facilitar muito a vida de ‘Grazi’, já que só fica deitada e para movê-la para algum local, precisamos carregá-la”, explicou a mãe.
Quem não puder contribuir com dinheiro também pode ajudar Graziele com medicamentos ou com fraldas, usada diariamente pela jovem. Colírios: Lacrima Plus, Oflox. Pomada – Epitezan. Fraudas Geriátrica – Bigfral noturna ou plus – Tamanho M (tipo que a adolescente não tem alergia).
Para ajudar:
Estrada da Mata, 49, Jardim Tropical I (próximo ao ponto final da linha Socorrão II/Rodoviária).
Contatos: 3261.0221 / 8823.9187

Caixa Econômica Federal
Agência- 1649
Conta- 01300046097.8

Banco Bradesco
Agência- 2121
Conta- 2501684.p

Fonte: Jornal Pequeno

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